<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" >
<channel>
<title>Cantarolina </title>
<link>http://carolinabraz.nireblog.com</link>
<description>Meu blog experimental, na falta dum site verdadeiro. A idéia não é apenas falar de mim, o que dirão ser trivial, mas falar através da música e da poesia. </description>
<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:41:04 -0300</pubDate>
<image>
<title>Cantarolina </title>
<url>http://files.nireblog.com/blogs/carolinabraz/gravatar.gif</url>
<link>http://carolinabraz.nireblog.com</link>
</image>
<generator>http://nireblog.com</generator>
	<item>
	<title>Sobre tudo (e tudo é nada)</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/03/17/sobre-tudo-e-tudo-e-nada</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/03/17/sobre-tudo-e-tudo-e-nada</guid>
		<description><![CDATA[<p>Desde o dia 28 não venho aqui. Faz muito tempo, mas na verdade, estive aqui, e voltei atrás. Eu postei e apaguei, até segunda ordem. Mesmo assim, eu não venho aqui há tempos.</p>
<p>Falta de assunto? Talvez, mas não falta de acontecimentos.</p>
<p>Infelizmente minha agenda está muito desorganizada para eu saber tudo que fiz nesses dias... Mas, foram muitas coisas, e ao mesmo tempo, nenhuma. As minhas estrelinhas me levaram longe, e me levaram para perto - dentro de mim.</p>
<p>Coisas boas aconteceram, coisas boas e ruins irão acontecer. É o que penso, e não escrevo, pois, já não há tempo para vir aqui. E estou calma o suficiente para não pensar (muito) em estrelinhas, portanto, não escrevi.</p>
<p>por aqui as coisas mudam todos os dias... até meus dentes mudam de lugar, alheios a minha vontade e eu envelheço, enquanto minha pele teima ser adolescente. Então, eu jogo com aquela que eu era, e outra que não sou. E é assim que traço meus passos, um prá frente, dois prá trás, sempre.</p>
<p>Em meio a tudo isso, não escrevo. Não aqui, no máximo, emails. Acho que devia escrever aqui, deveria escrever coisas mais públicas, e receber os louros ao invés de ficar passando por "ansiosa" nas conversas informais.</p>
<p>Que seja!!! tanto faz... desde que seja alguma coisa.</p>
<p>Eu tinha algo em mente para escrever aqui, mas ainda não consegui tempo e inspiração para fazer, talvez por isso também não esteja escrevendo muito...</p>
<p>Enfim, algumas coisas mudaram, e acho que mudarei outras, portanto. E acho que esse blog vai mudar também (outro motivo para não escrever)</p>
<p>E tanta coisa para fazer (e tenho andado cansada) que nem faço nada por não saber por onde começar...</p>
<p>Então vou parar de escrever, e deixar apenas um pedaço de música, pois não me ocorre nada para pôr aqui, agora.</p>
<p>Um pedaço que me faz relembrar que só o fato de "querer" é motivo suficiente para fazer algo.</p>
<p>"Se dizem que é impossível<br /> Eu digo: ! é necessário !<br /> Se dizem que estou louco<br /> (fazendo tudo ao contrário)<br /> Eu digo que é preciso<br /> Eu preciso... é necessário" </p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/03/17/sobre-tudo-e-tudo-e-nada#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 11:33:18 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>As minhas estrelinhas</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/28/as-minhas-estrelinhas</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/28/as-minhas-estrelinhas</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image245978" style="width: 163px; height: 38px" class="imgcentro" src="http://carolinabraz.nireblog.com/blogs/carolinabraz/files/estreas.thumbnail.jpg" alt="estreas.jpg" width="163" height="38" align="middle" /></p>
<p> A minha angústia são estrelas, azuis da cor da caneta Rabiscadas, preenchidas, borradas A minha angústia, é colorida, de todas de cores De todas as possibilidades de situações A minha angústia é a espera, cheia de idéias É a presença vazia, calada A minha angústia é olhos baixos, atentos, Foco no desenho (“Quantas estrelas cabem numa folha?”) Foco na palavra, na letra da canção A minha angústia é coceira na pele, arranhão Segurar a cabeça, esconder a boca, morder os lábios, Morder as unhas Criar mais estrelas... Cantar, sorrir e chorar A minha angústia é revirar de olhos, silêncio Vazio na mente, pensamento que foge, A minha angústia é olhar para o lado Olhar ao redor, o olhar vago A minha angústia é a imagem da dispersão A minha angústia é o som da unha batendo na mesa A minha angústia é o movimento de mãos, Meio calmo, semi agitado, tocando o rosto O rosto tocando o ombro É quase abraço, é suspiro, é de corpo inteiro A minha angústia é saudade, insegurança, incerteza É curiosidade... É vontade É tranqüila, é minha companhia... É, na verdade, só um pouco de ansiedade A minha angústia é pressa e é vagar É a desconfiança do “começo do fim” É encanto, desencanto. É lembrança, esquecimento É a certeza momentânea de qualquer coisa È o limite ultrapassado, a despedida por não saber voltar É medo de partir e de ficar A minha angústia é a ausência, como é a permanência
</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/28/as-minhas-estrelinhas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 14:38:33 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Virgínia Woolf</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/27/virginia-woolf</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/27/virginia-woolf</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sem conhecer a obra de Virgínia Woolf imaginei que o tempo dispensado por Bourdieu à ela era exaustivo. Talvez ela mereça alguma atenção, mesmo após uma rápida busca (salve a wikipédia, contra a qual, também já tive e tenho, desconfianças) sobre sua vida e obra me ter feito pensar "o que ela fez, eu teria feito melhor".<br /> Isso, acho que porque esse nome já me dizia algo: comunidades de orkut de pseudo intelectuais (não continuarei a definição do tipinho), não me inspiram. Se estão lá, é pq boa coisa não são. (Ai... que difícil tarefa essa de ser em oposição ao não-ser!).</p>
<p>É, se sua obra literária é melhor do que seus textos feministas como diz o Bourdieu, acho que preciso ler, e vou gostar (os detalhes sobre o "nada" que parecem conter, me agradariam). Que raiva, parece que todos "pseudo" odiosos estiveram lendo, vendo e ouvindo antes de mim. Me salvo, pela minha pouca idade (e meus anos a menos de universidade). (mas em que perfil mesmo foi que eu vi??? Não importa mesmo, eles são todos iguais. Todos batatas do mesmo saco. A sim, identicado também o filme da universidade! Ponto para mim, por juntar os pedaços).</p>
<p>A carta abaixo não demonstra nenhum estilo literário grandioso. Eu, teria feito melhor (mas minha primeira idéia era escrever angústias melhor. Que pretensiosa!). Bom, talvez não. Sabe-se lá o que passa na cabeça de alguém diante da morte. Sabe-se lá o que se passava na cabeça de uma mulher "louca" em 1941. Só sei que achei, apesar de tão simples, bastante triste. Eu seria triste de ter oferecido muitas possibilidades de fazer alguém feliz e vê-lo dizer "não posso mais" e "não consegui". Quem são os outros para desistir do que eu lhes proponho? Para terminar com todas minhas investidas...<br /> Por outro lado, há pessoas, que (apesar de tudo) nos deixariam em paz por sabermos que deixaram de existir, pelo que pesa a vida de alguns.</p>
<p>Poderia me alongar numa análise até mesmo das contradições da feminista que deposita sua alegria em um homem. Mas, não farei isso agora. Talvez um outro dia. Também, não sei com que propriedade poderia falar das contradições das vidas alheias... Mas confesso, me identifico com as mulheres loucas (e contradições).</p>
<p>E se é permitido dizer, foi uma jovem bonita.</p>
<p>"Querido,</p>
<p>Tenho certeza de estar ficando louca novamente. Sinto que não conseguiremos passar por novos tempos difíceis. E não quero revivê-los. Começo a escutar vozes e não consigo me concentrar. Portanto, estou fazendo o que me parece ser o melhor a se fazer. Você me deu muitas possibilidades de ser feliz. Você esteve presente como nenhum outro. Não creio que duas pessoas possam ser felizes convivendo com esta doença terrível. Não posso mais lutar. Sei que estarei tirando um peso de suas costas, pois, sem mim, você poderá trabalhar. E você vai, eu sei. Você vê, não consigo sequer escrever. Nem ler. Enfim, o que quero dizer é que depositei em você toda minha felicidade. Você sempre foi paciente comigo e realmente bom. Eu queria dizer isto - todos sabem. Se alguém pudesse me salvar, este alguém seria você. Tudo se foi para mim mas o que ficará é a certeza da sua bondade. Não posso atrapalhar sua vida. Não mais.</p>
<p>Não acredito que duas pessoas poderiam ter sido tão felizes quanto nós fomos.</p>
<p>V."</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/27/virginia-woolf#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 06:31:37 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Da vida</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/22/da-vida</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/22/da-vida</guid>
		<description><![CDATA[<p>Na veia</p>
<p>Se você perguntar por mim<br /> vão dizer que eu ando muito estranho<br /> vão dizer que eu ando por aí<br /> quando você perguntar por mim</p>
<p> se você perguntar por mim<br /> vão dizer as coisas mais estranhas<br /> nenhuma resposta vai satisfazer<br /> quando você perguntar por mim<br /> vem,<br /> ver com os próprios olhos<br /> vem,<br /> ver a vida como ela é</p>
<p> se você está mesmo a fim<br /> de saber por onde eu ando<br /> de saber por quê eu ando assim<br /> é melhor nem perguntar por mim<br /> vem,<br /> ver com os próprios olhos<br /> vem,<br /> ver a vida como ela é</p>
<p> sem filtro, na veia<br /> sem filtro, na veia<br /> vem,<br /> ver com os próprios olhos<br /> vem,<br /> ver a vida como ela é</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/22/da-vida#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 02:35:36 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Comentários</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/21/comentarios</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/21/comentarios</guid>
		<description><![CDATA[<p>Bom, algo estranho está acontecendo.</p>
<p> Sempre achei que ninguém via meu blog, mas meu blog é um cidadão do mundo.</p>
<p>Recentemente, comentário de uma estranha que me tratava como se me conhecesse, agora, de uma pessoa espanhola! Como chegaram aqui, não sei, mas vou responder a pergunta:</p>
<p>A música é do Zeca Baleiro, se chama "Flor da Pele" e é realmente uma linda música.</p>
<p>No mais, agradeço as visitas.</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/21/comentarios#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 04:05:58 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>conselho</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/14/conselho</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/14/conselho</guid>
		<description><![CDATA[<p><a name="algoporvoce" title="algoporvoce"></a><font color="#ffffff"><strong><font size="+0">ALGO POR VOCÊ</font></strong> </font></p>
<p><font color="#ffffff"><font size="+0">hey, garota, não fique esperando o telefone tocar</font><br /> <font size="+0">os homens são o que são e são todos iguais</font><br /> <font size="+0">o difícil é saber quem é clone de quem</font> </font></p>
<p><font color="#ffffff"><font size="+0">hey, garota, não fique esperando o telefone tocar</font><br /> <font size="+0">de volta ao passado, tecendo tapetes,</font><br /> <font size="+0">esperando o guerreiro voltar</font> </font></p>
<p><font color="#ffffff"><font size="+0">já lhe fizeram sofrer demais</font><br /> <font size="+0">já lhe fizeram feliz demais</font><br /> <font size="+0">tá na hora de você mesma fazer</font><br /> <font size="+0">algo por você</font><br /> <font size="+0">só você pode fazer</font> </font></p>
<p><font color="#ffffff"><font size="+0">hey, garota, o dia já passou, não deixe a noite passar</font><br /> <font size="+0">passe um batom, ou não, e vá se divertir</font><br /> <font size="+0">você vai descobrir quem é clone de quem</font> </font></p>
<p><font color="#ffffff"><font size="+0">hey, garota, faça o favor: não fique esperando</font><br /> <font size="+0">faça algo por você</font><br /> <font size="+0">hey, garota, faça o favor: não fique esperando</font><br /> <font size="+0">faça algo por você</font><br /> <font size="+0">e só você pode fazer</font></font></p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/14/conselho#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 00:45:33 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>...</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/12/114725</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/12/114725</guid>
		<description><![CDATA[<p>bonita</p>
<p>Sozinha pela estrada fora<br /> Caminhando com o mundo e com o destino<br /> Encontrar a verdade de mim<br /> Encontrar o meu caminho<br /> Chego ao fim da viagem sem rumo<br /> Pela frente o desejo sonhado<br /> De encontrar a verdade da vida<br /> De encontrar prazer no pecado<br /> Chora por mim, que eu choro por ti<br /> Foi preciso pecar para sentir que te perdi<br /> Chora por mim, que eu choro por ti<br /> Que infeliz ao tentar apagar<br /> A memória do que ainda resta de ti<br /> Mergulho na noite sombria<br /> Recordo momentos sem fim<br /> Chego a pensar no que ficou perdido<br /> Quero acreditar na paixão<br /> Talvez exista um destino traçado<br /> Talvez seja mera ilusão</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/12/114725#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 23:47:25 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Mudando de idéia...</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/08/mudando-de-ideia</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/08/mudando-de-ideia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Descobri essa música por acaso, quem canta é a Rita Guerra, da qual eu procurava duas outras músicas. Uma, que eu já tinha e há tempos não lembrava que existia, a outra, que já não sei se existiu, pois nunca encontrei.</p>
<p>Agora, esta desmente um pouco o que escrevi anteriormente, dizendo que já não me importava. É, não sou alguém muito constante, e a vida e as pessoas não têm sido constante comigo.</p>
<p>Estás aqui, mas tão ausente<br /> Junto a mim, mas tão distante!<br /> O teu beijo já não é igual<br /> Apagou-se o fogo no teu olhar<br /> Estou nos teus braços mas afinal<br /> Estamos tão distantes como o céu e o mar.</p>
<p> Eu não consigo chegar a ti,<br /> Não posso chegar a ti,<br /> Não sei como chegar a ti !</p>
<p> Há em ti uma tristeza<br /> De quem já não tem certezas<br /> O teu corpo está ao pé de mim<br /> O teu coração noutro lugar<br /> No teu mundo já só há um fim<br /> E eu não tenho como te fazer voltar</p>
<p> Eu não consigo chegar a ti,<br /> não posso chegar a ti,<br /> não sei como chegar a ti.</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/08/mudando-de-ideia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 06:35:03 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Espinhos na pele</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/05/espinhos-na-pele</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/05/espinhos-na-pele</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ando tão à flor da pele,<br /> Qualquer beijo de novela me faz chorar<br /> Ando tão à flor da pele,<br /> Que teu olhar "flor na janela" me faz morrer<br /> Ando tão à flor da pele,<br /> Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser<br /> Ando tão à flor da pele,<br /> Que a minha pele tem o fogo do juízo final</p>
<p>Um barco sem porto<br /> Sem rumo, sem vela<br /> Cavalo sem sela<br /> Um bicho solto<br /> Um cão sem dono<br /> Um menino, um bandido<br /> Às vezes me preservo<br /> Noutras suicido</p>
<p>Eu adoro essa música. Eu acho que ela já foi capaz de traduzir momentos vividos, e hoje, não está anulada, embora o principal tenha se modificado.</p>
<p>Acho que às vezes, as coisas são tão profundas que (que grande ironia) param de ter importância. Das profundezas, passam a estar sob a superfície, entre o em cima e o embaixo, entre o fazer ou não fazer importência. Estou mais ou menos nesse ponto. Ora se afunda um pouco, ora se emerge para o nada. Portanto, já não posso dizer que "ando tão à flor da pele" para chamar atenção ou para justificar algo. Não, já nem tenho emoção em boa parte do tempo! Até as atitudes impetuosas (e foram todas desastrosas...) estão ficando para trás.</p>
<p>Razão dos meus suspiros... Já não saber chorar e querer, literalmente, lavar a alma.</p>
<p>Não estando à flor da pele, sou um barco sem porto e sem rumo... Não me preservo, mas suicido. </p>
<p>Mude a frase para "ando tão pouco à flor da pele" e a música continuará tendo efeito.</p>
<p>Não ando tão à flor da pele, mas tenho espinhos na pele. Espinhos que a impedem de ser tocada, impedem qualquer aproximação. Espinhos que não exalam perfumes... Espinhos que não podem ser desejados... Carrego os espinhos da alma, na pele. Os espinhos da alma à flor da pele.</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/05/espinhos-na-pele#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 12:37:29 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Vida real</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/02/vida-real</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/02/vida-real</guid>
		<description><![CDATA[<p>Diálogo com o meu projeto:</p>
<p>Projeto: Agora que cansou da última ilusão e das suas brincadeiras vem me procurar?!</p>
<p>Eu: Ah, eu sei... mas tah bom, você venceu. Agora é só você.</p>
<p>Projeto: Menina, você está muito atrasada. Todo este ano você me esqueceu!</p>
<p>Eu: Eu sei, mas estava ocupada...</p>
<p>Projeto: Ocupada, ocupada, ocupada!!! O que você teria de importante para fazer?!</p>
<p>Eu: Eu estava tentando viver... tentando sobreviver.</p>
<p>Projeto: A sua vida sou eu! Menina boba que passa o tempo a projetar a vida! Se deixasse, (re)projetaria até o passado, mas não cumpre os prazos do projeto mais importante...</p>
<p>Eu: Já prometi que irei me dedicar agora... vou esvaziar as idéias vãs, os sentimentos obscuros, os sonhos bobos e projetar você, projeto. Serás um ótimo projeto!</p>
<p>Projeto: Que tola, vive de sonhos. Tarde demais para um ótimo projeto... Apenas deixe de leviandade, e projete o possível de um projeto.</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/02/vida-real#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 12:46:29 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>chuva e sol...</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/02/chuva-e-sol</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/02/chuva-e-sol</guid>
		<description><![CDATA[<p><em> </em>Acho que estou sendo, atualmente, como o dia de hoje. Ora chove muito, ora faz sol, o sol se esconde e depois luta para sair de trás das nuvens, e ainda, outras vezes, chove um pouco e faz um pouco de sol, ao mesmo tempo. E eu, apesar dos pesares, e inegavelmente, ainda posso sorrir, contrariando minhas próprias expectativas.</p>
<p><em>Todo amor que houver nessa vida </em></p>
<p><em>(Cazuza)</em></p>
<p>Eu quero a sorte de um amor tranqüilo<br /> Com sabor de fruta mordida<br /> Nós na batida, no embalo da rede<br /> Matando a sede na saliva<br /> Ser teu pão, ser tua comida<br /> Todo amor que houver nessa vida<br /> E algum trocado pra dar garantia</p>
<p>Que ser artista no nosso convívio<br /> Pelo inferno e céu de todo dia<br /> Pra poesia que a gente não vive<br /> Transformar o tédio em melodia<br /> Ser teu pão, ser tua comida<br /> Todo amor que houver nessa vida<br /> E algum veneno antimonotonia</p>
<p>E se eu achar a tua fonte escondida<br /> Te alcanço em cheio, o mel e a ferida<br /> E o corpo inteiro como um furacão<br /> Boca, nuca, mão e a tua mente não<br /> Ser teu pão, ser tua comida<br /> Todo amor que houver nessa vida<br /> E algum remédio pra dar alegria</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/02/02/chuva-e-sol#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 06:10:32 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Perfeita idiota!</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/31/perfeita-idiota</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/31/perfeita-idiota</guid>
		<description><![CDATA[<p>É definitivo, eu sou uma perfeita idiota. Não bastassem as idiotices de cada dia, está provado que eu sou... Analisando como ficou o post anterior notei que eu tento escrever como se estivesse fazendo meu projeto, minha dissertação (só que aqui aceito opiniões, sensações, intuições, simples desejos... coisas que a "minha ciência" não permite)!</p>
<p>Agora entendo as risadas só porque eu gosto de olhar uns lattes enquanto as pessoas olham orkuts. Sendo otimista, o lado bom é que eu me aceito e sei dar risada disso... Eu já sou "institucionalizada", é fato. Sou "academizada" e isso é incorrigível!</p>
<p>Ao menos, já que faço um blog, faço com alguma classe e um português relativamente bom.</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/31/perfeita-idiota#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 13:31:19 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>(somente) uma música</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/31/somente-uma-musica</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/31/somente-uma-musica</guid>
		<description><![CDATA[<p>Eu vejo novela. Sim, eu vejo novela. Eu já disse, eu vejo novela. Melhor acreditar, pq eu vejo mesmo novela.</p>
<p>Tah, a verdade é que já evitei muito ver tv, mas também ela já me fez muita companhia e já muito me entendiou. Mas o legal das novelas é que são tão estúpidas, que depois de um tempo, me desligo (sem trocadilhos). O que sobra são as músicas.</p>
<p>Eu gosto dessa, que por sorte, a internet me permite ter, sem precisar ficar esperando a cena do casal (hehe):</p>
<p>Coisas que eu sei</p>
<p>Eu quero ficar perto de tudo que acho certo, até o dia em que eu mudar de opinião. A minha consciência, meu pacto com a ciência, meu conhecimento é minha distração. Coisas que eu sei, eu adivinho sem ninguém ter me contado. Coisas que eu sei, o meu rádio relógio marca o tempo errado, aperte o play... Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado, ninguém sabe mexer na minha confusão. É o meu ponto de vista, não aceito turistas, meu mundo está fechado prá visitação... Coisas que eu sei, o medo mora perto das idéias loucas. Coisas que eu sei, se eu for eu vou assim não vou mudar de roupa, é minha lei. Eu corto os meus dobrados, acerto os meus pecados, ninguém pergunta mais depois que eu já paguei. Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas, depois eu já nem lembro do que eu desenhei... Coisas que eu sei, não guardo mais agendas, no meu celular. Coisas que eu sei, eu compro aparelhos que eu não sei usar, eu já comprei... As vezes dá preguiça, na areia movediça, quanto mais eu mexo mais afundo em mim. Eu moro num cenário, do lado imaginário, eu entro e saio sempre quando eu tô afim. Coisas que eu sei, as noites ficam claras ao raiar do dia. Coisas que eu sei, são coisas que antes eu somente não sabia... Agora eu sei.</p>
<p>Na verdade, a música não está sendo referida a nada específico, como geralmente faço... começo algum pensamento e fecho com a música relacionada. Mas gosto dela, acho que tem um pouco a ver comigo, e portanto, está dentro parâmetros. Hoje, não falo de nada em particular, mas falo um pouco de mim, de tudo ao mesmo tempo.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/31/somente-uma-musica#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 13:25:06 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Fernando Pessoa</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/30/fernando-pessoa</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/30/fernando-pessoa</guid>
		<description><![CDATA[<p><font size="1">Onda que, enrolada, tornas,<br /> Pequena, ao mar que te trouxe<br /> E ao recuar te transtornas<br /> Como se o mar nada fosse,</font><font size="1">
<p>Porque é que levas contigo<br /> Só a tua cessação,<br /> E, ao voltar ao mar antigo,<br /> Não levas meu coração?</p>
<p>Há tanto tempo que o tenho<br /> Que me pesa de o sentir.<br /> Leva-o no som sem tamanho<br /> Com que te oiço fugir!</p>
<p> </font>
</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/30/fernando-pessoa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 12:46:14 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>hora certa</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/29/hora-certa</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/29/hora-certa</guid>
		<description><![CDATA[<p>Aviso aos navegantes que consegui arrumar a hora do blog. Na verdade, nem sabia que podia, mas hoje (depois de já ter percebido que a hora estava errada em um outro "post"), resolvi tentar arrumar, pois estava da dúvida se o último recado era de ontem ou de hoje.</p>
<p>Pelos testes que fiz, os recados anteriores não mudam de horário... pena, mas tudo bem.</p>
<p>Vou tentar escrever aqui com mais freqüência agora, e tendo a hora ajustada, fica melhor ainda...</p>
<p>Não sei se esse recado precisa de uma música ou um poema, pois é só um aviso...  mas, já que estou ouvindo uma...</p>
<p> "eu conto as horas que passam, eu conto estrelas no céu, na solidão, nas noites sem graça..."</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/29/hora-certa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 22:33:47 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>tua música... minha música</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/28/tua-musica-minha-musica</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/28/tua-musica-minha-musica</guid>
		<description><![CDATA[<p>Pronto, vocês (quem são "vocês", eu me pergunto) conseguiram. Estou ouvindo "your song" e sairei quase ilesa.</p>
<p>Talvez a vida, a minha vida, não passe de um grande teste para saber quando eu vou desistir. Eu digo que teria tido forças para sempre. Mas, estou vencida. Vencida e cansada. Vencida e esquecida... porque já nem penso mais em tudo que eu deveria pensar. Vencida simplesmente pq agora percebi que outra pessoa, tb se deixou vencer, fácil demais.</p>
<p>Eu não tenho nenhum corte, eu não tenho causado nenhuma dor e nenhuma mágoa, exceto, a que ocasionalmente surge quando baixo os olhos e vou embora, em silêncio... (o silêncio que ouço é tão grande, que sempre penso que essa atitude sequer aparece... no entanto, sou sempre criticada por ela. Realmente, causo grandes efeitos...).</p>
<p>Agora, nesta volta, estarei duplamente acabada... a primeira vez, medo, decepção, mágoa, raiva... a segunda, falta de qualquer coisa. Apenas vagas lembranças... A segunda, pq ninguém vive o que vivemos e sai ileso e não se pode simplesmente voltar a ser o que se era.</p>
<p>Bom, é, ao menos, o que penso nesse momento. É como ter apostado todas as fichas num número que estava fora do sorteio...</p>
<p>Não sei que música vou por, então será que ouvi outro dia em algum lugar.</p>
<p>O que me importa<br /> seu carinho agora<br /> Se é muito tarde<br /> para amar voce<br /> O que me importa<br /> se voce me adora<br /> Se ja nao ha razao<br /> para lhe querer<br /> O que me importa<br /> ver voce sofrer assim<br /> Se quando eu lhe quis<br /> voce nem mesmo soube<br /> dar amor<br /> O que me importa<br /> ver voce chorando<br /> Se tantas vezes<br /> eu chorei tambem<br /> O que me importa<br /> sua voz chamando<br /> Se pra voce jamais<br /> eu fui alguem<br /> O que me importa<br /> essa tristeza<br /> em seu olhar<br /> Se o meu olhar<br /> tem mais tristezas<br /> pra chorar<br /> que o seu<br /> O que me importa<br /> ver voce tao triste<br /> Se triste fui<br /> e voce nem ligou<br /> O que me importa<br /> o seu carinho agora<br /> Se para mim<br /> a vida terminou </p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/28/tua-musica-minha-musica#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 12:59:49 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Rotina?!</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/27/rotina</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/27/rotina</guid>
		<description><![CDATA[<p>Aqui estou eu de novo. Escrevi, escrevi, apaguei.</p>
<p>Deixei que eu me sentisse triste o suficiente para pensar, mas descobri que já não sei de mais nada.</p>
<p>Eu queria falar sobre ser bom ter uma rotina. Eu queria voltar a minha rotina antiga, na qual todos os dias, havia algo de bom. Até chego a lamentar a rotina desesperada, mas que ainda não continha o gosto do vazio de agora. Das horas em vão que se passam, enquanto eu procuro (por obrigação!) diversões e grandes feitos (grandes na visão de quem?) por que ainda estou viva.</p>
<p>E não é que numa dessas, a gente acaba se divertindo mesmo?</p>
<p>Nessas horas, me encontro com o presente, o passado e o futuro, todos felizes, todos tristes... Eu me encontro, novamente, com meus sonhos de meninas, os erros (fatais) de sempre... Eu roeria minhas unhas nessa hora.</p>
<p>E eu sinto saudade, e relendo o blog, eu vi que eu havia dito que o passado havia me visitado, mas foi só alarme falso. O futuro, dizem que posso mudar... e o presente, que sei eu do meu presente?</p>
<p>Eu pensei desistir por estar fraca, e pensei em novamente tentar. Mas agora, é a hora em que posso somente esquecer. Eu pensei em tantas coisas para dizer, que não há mais nada para falar.</p>
<p>Hoje, eu só queria viver a vida comum, das pessoas comuns. Que adianta ser "especial" e pagar o mais alto preço por isso?</p>
<p>queria só uma música para cantar, e a madrugada, como antes... a madrugada das conversas e dos abraços... a noite que não nos fazia adormecer, a rotina de estar feliz, nas longas madrugadas, dos dias curtos...</p>
<p>Aliás, pensando bem, eu só queria esquecer de um dia ter achado que tudo isso era ser feliz... Isso não importa, tanto quanto eu, que cometo todos os erros do mundo.</p>
<p> Lanterna dos afogados</p>
<blockquote><p>Quando tá escuro<br /> E ninguém te ouve<br /> Quando chega a noite<br /> E você pode chorar</p>
<p> Há uma luz no túnel<br /> Dos desesperados<br /> Há um cais de porto<br /> Prá quem precisa chegar</p>
<p> Eu tô na lanterna<br /> Dos afogados<br /> Eu tô te esperando<br /> Vê se não vai demorar</p>
<p> Uma noite longa<br /> Prá uma vida curta<br /> Mas já não me importa<br /> Basta poder te ajudar</p>
<p> E são tantas marcas<br /> Que já fazem parte<br /> Do que eu sou agora<br /> Mas ainda sei me virar</p>
<p> Eu tô na lanterna<br /> Dos afogados<br /> Eu tô te esperando<br /> Vê se não vai demorar</p>
<p> Uma noite longa<br /> Prá uma vida curta<br /> Mas já não me importa<br /> Basta poder te ajudar</p>
<p> Eu tô na lanterna<br /> Dos afogados<br /> Eu tô te esperando... </p></blockquote>
<p>Mas ao contrário da música, já não precisa voltar não... Não precisa mais o sacrifício... Como já foi dito aqui, "não precisa vir se não prá ficar pelo menos uma noite e três semanas...".</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/27/rotina#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 06:21:43 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>perder... prender</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/27/perder-prender</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/27/perder-prender</guid>
		<description><![CDATA[<p>Quase um Segundo</p>
<p>Eu queria ver no escuro do mundo<br /> Aonde está tudo que você quer<br /> Pra me transformar no que te agrada<br /> No que me faça ver<br /> Quais são as cores e as coisas pra te prender<br /> Eu tive um sonho ruim e acordei chorando<br /> Por isso eu te liguei</p>
<p> Será que você ainda pensa em mim?<br /> Será que você ainda pensa?</p>
<p> Ás vezes te odeio por quase um segundo<br /> Depois te amo mais<br /> Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo<br /> Tudo que não me deixa em paz</p>
<p> Quais são as cores e as coisas pra te prender?<br /> Eu tive um sonho ruim e acordei chorando<br /> Por isso eu te liguei</p>
<p> Será que você ainda pensa em mim?<br /> Será que você ainda pensa?</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/27/perder-prender#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 05:13:52 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>e sempre tem mais uma coisa para dar errado...</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/22/e-sempre-tem-mais-uma-coisa-para-dar-errado</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/22/e-sempre-tem-mais-uma-coisa-para-dar-errado</guid>
		<description><![CDATA[<p>Às vezes parecia<br /> Que de tanto acreditar<br /> Em tudo que achávamos<br /> Tão certo...</p>
<p> Teríamos o mundo inteiro<br /> E até um pouco mais<br /> Faríamos floresta do deserto<br /> E diamantes de pedaços<br /> De vidro...</p>
<p> Mas percebo agora<br /> Que o meu sorriso<br /> Vem diferente<br /> Quase parecendo te ferir...</p>
<p> Não queria te ver assim<br /> Quero a tua força<br /> Como era antes<br /> O que tens é só teu<br /> E de nada vale fugir<br /> E não sentir mais nada...</p>
<p> Às vezes parecia<br /> Que era só improvisar<br /> E o mundo então seria<br /> Um livro aberto...</p>
<p> Até chegar o dia<br /> Em que tentamos ter demais<br /> Vendendo fácil<br /> O que não tinha preço...</p>
<p> Eu sei é tudo sem sentido<br /> Quero ter alguém<br /> Com quem conversar<br /> Alguém que depois<br /> Não use o que eu disse<br /> Contra mim...</p>
<p> Nada mais vai me ferir<br /> É que eu já me acostumei<br /> Com a estrada errada<br /> Que eu segui<br /> E com a minha própria lei...</p>
<p> Tenho o que ficou<br /> E tenho sorte até demais<br /> Como sei que tens também... </p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/22/e-sempre-tem-mais-uma-coisa-para-dar-errado#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 02:32:09 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Feliz aniversário(s)! - II</title>
	<link>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/13/feliz-aniversarios-ii</link>
	<guid>http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/13/feliz-aniversarios-ii</guid>
		<description><![CDATA[<p>Agora me recordei. Nem sei no que eu pensava, sei que fez todo sentido do mundo:</p>
<p>Minha papoula da índia... és o que tenho de suave, e me fazes tão mal...</p>
<p>A montanha mágica</p>
<p>Sou meu próprio líder: ando em círculos<br /> Me equilibro entre dias e noites<br /> Minha vida toda espera algo de mim<br /> Meio sorriso, meia-lua, toda tarde.</p>
<p> Minha papoula da Índia<br /> Minha flor da Tailândia<br /> És o que tenho de suave<br /> E me fazes tão mal.</p>
<p> Ficou logo o que tinha ido embora.<br /> Estou só um pouco cansado<br /> Não sei se isto termina logo<br /> Meu joelho dói<br /> E não há nada a fazer agora.</p>
<p> Para que servem os anjos?<br /> A felicidade mora aqui comigo<br /> Até segunda ordem</p>
<p> Um outro agora vive minha vida<br /> Sei o que ele sonha, pensa e sente<br /> Não é coincidência a minha indiferença<br /> Sou uma cópia do que faço<br /> O que temos é o que nos resta<br /> E estamos querendo demais</p>
<p> Minha papoula da Índia<br /> Minha flor da Tailândia<br /> És o que tenho de suave<br /> E me fazes tão mal.</p>
<p> Existe um descontrole, que corrompe e cresce<br /> Pode até ser, mas estou pronto pra mais uma<br /> O que é que desvirtua e ensina?<br /> O que fizemos de nossas próprias vidas?</p>
<p> O mecanismo da amizade,<br /> A matemática dos amantes <br /> Agora só artesanato<br /> O resto são escombros.</p>
<p> Mas é claro que não vamos lhe fazer mal<br /> Nem é por isso que estamos aqui<br /> Cada criança com seu próprio canivete<br /> Cada líder com seu próprio 38</p>
<p> Minha papoula da Índia<br /> Minha flor da Tailândia<br /> Chega - vou mudar a minha vida<br /> Deixa o copo encher até a borda<br /> Que eu quero um dia de sol num copo d'água.</p>
<p><a href="http://carolinabraz.nireblog.com/post/2008/01/13/feliz-aniversarios-ii#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 01:56:03 -0300</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
